sábado, 19 de outubro de 2013

DIFERENÇA DE VARA E CAJADO

A Tua vara e o Teu cajado me consolam SALMOS 23 Tanto a "vara" como o "cajado" eram instrumentos usados pelo pastor para proteção das ovelhas. O pastor tinha que ser hábil para manejar tanto um quanto o outro. Com sua arma de trabalho nas mãos, o pastor é o único protetor das ovelhas contra os inimigos naturais (lobos, leões, ursos, chacais, e principalmente, ladrões) do rebanho. O cajado e a vara são instrumentos de bênção para as ovelhas, mas de juízo para os predadores. ·Simbolicamente, cajado e vara na Bíblia simbolizam: 1.O uso correto das Escrituras e capacidade para defender "a fé uma vez dada aos santos" (Judas 3). 2.O amor às ovelhas e o cuidado com elas (At 20.28); instrumento de paciência para reconduzir aquelas que porventura se desviem (Gl 6.1), firmeza doutrinária para ensinar, admoestar e repreender (1Tm 4.12-13), fixando sempre com objetivo final, o santo "arrependimento" dos que erram;o "despertar" dos que estejam sendo enganados (2Tm 2.24-6); defendo sempre ser usado por um pastor "manso para com todos". 3.Alguns irmãos se queixam amargamente de serem tratados com rispidez, desprezo e total desamor por pastores e líderes que invocam sua "autoridade" eclesiástica através de gritos, maus tratos, rispidez e torturas psicológicas. 4.O pastor é um servo das ovelhas, ele não pode ser iracundo com os membros da Igreja, impaciente e incapaz de ouvir suas dúvidas, queixas e lamentos. Paulo em 1Tm 5.1-2 nos exorta à correta postura para com os irmãos em Cristo (veja o texto). 5.O cajado do pastor não pode ser usado para esbordoar e matar as ovelhas. Pastores que maltratam, esbordoam e matam as ovelhas não são pastores de Cristo, mas são açougueiros de satanás.
I.O QUE É A VARA OU CAJADO? 1.A vara é um pedaço de pau curto, era uma arma de defesa ou disciplina, que simboliza a força, o poder e autoridade de Deus. 2.O cajado é uma vara longa, tendo um gancho numa das extremidades que serve para trazer a ovelha para perto do pastor, para guiá-la no caminho certo, ou para removê-la de uma situação de perigo. 3.O cajado era o emblema significativo de um povo peregrino numa atitude de apoio em qualquer coisa que estava fora de si mesmos. Que característica preciosa! Prouvera a Deus que fossem vistos em cada membro da família dos Seus remidos, o patriarca apoiado em seu cajado.Pela fé Jacó, próximo da morte, abençoou cada um dos filhos de José, e adorou encostado à ponta do seu bordão [Hb11:21]. 
4.JESUS CRISTO o nosso Supremo-Pastor que está sempre pronto a corrigir e a trazer aquelas ovelhas que, por ventura, estejam indo por caminhos tortuosos. Jesus disciplina as ovelhas que precisam de orientação, consolação e cura. "O Salmo 23 ensina-nos que a presença do Pastor com seu cajado e vara amorosa nos trás muitos benefícios: 1.Para a nossa solidão, ele oferece companheirismo; "Tu estás comigo" 2.Para o nosso cansaço, refrigério; "Tu me guia e refrigera a alma" 3.Para o nosso erro, a correção; "Tua vara e cajado me consola e encoraja". 4.Para o nosso terror, plena segurança; "Ao teu lado não a Medo". 5.Para as nossas necessidades; alimento, coragem e animo; "Tu és meu Anfitrião" 6.Para o nosso senso de transitoriedade, uma garantia de um eterno lar; "Tu me faz habitar na Tua Casa eternamente" 7.Para as nossas debilidades: "Tua bondade e misericórdia". 
II. O SENHOR E PASTOR DO CAJADO. a.A metáfora do pastor é muito comum no Antigo Oriente, e era geralmente aplicado às divindades; o deus sumério, Enlil, é chamado de "o pastor fiel", e o deus sol Utu é chamado "o pastor compassivo"; na Babilônia Marduk é referido como um "pastor fiel" e "pastor de todos os deuses;" e finalmente, o deus semítico sol Utu/Shamash é chamado o "pastor do mundo inferior, guardião do mundo superior" pelos mesopotâmicos. De fato, a história nos mostra que os antigos dirigentes eram representantes dos deuses de suas nações e eram descritos como legítimo pastores de seu povo. Assim era chamado o rei Hamurábi da Babilônia. A metáfora " pastor" era também a chave para o título real para muitos reis assírios, tais como Shalmaneser, Tiglath-Pileser I, Assurnasirpal, Sarson II, Senacherib, e outros. [ Cf. VANCIL, J. W., "Sheep/Shepherd", in The Anchor Bible Dictionary, ed. David Noel Freedman, 6 vol. New York: Doubleday, 1992, 5: 1188]. b.Mesmo no Egito, um dos símbolos divinos de liderança era o cajado do pastor. Os pastores usavam as varas para cutucar através de fendas nas cavernas e assustar os escorpiões e cobras. [No texto de Mq 7,17 temos a imagem de serpente saindo tremendo dos seus abrigos para YHWH [Cf. DAVIS, J. The Perfect Shepherd: Studies in the 23 Psalm. Michigan: Baker House, Grand Rapids, 1979, p. 100]. c.Na Grécia: Na Ilíada e da Odisséia, navio capitães são chamados de "pastores de navios". Eurípides refere-se a um governante de uma cidade como um "bravo pastor." Platão usa o pastor na analogia para definir a justiça na República, usando para simbolizar o trabalho de um bom governante. Essas informações têm sentido em relação ao nosso texto e podemos confirmá-las em Jr 49,19 e 50, 44, onde Deus pergunta: "qual é o pastor que poderá se levantar contra mim?" A analogia está clara, e ela torna-se mais clara por causa de nosso desamparo e nossa tendência a vaguear perdidos, daí a nossa necessidade de um bom pastor. Com essa mesma perspectiva, o texto de Naum refere-se ao rei da Assíria e seus dirigentes com pastores. ·Você conhece o Pastor do Salmo 23? Davi, diz: o Senhor é meu pastor, e não o pastor é meu Senhor; pois, quem não tem Yahweh como Senhor também não tem os benefícios de seu Pastoreio. O Pastor não é apenas divino, mas também é um Pastor pessoal e individual. Veja o pronome positivo: meu Pastor. Tragicamente, enquanto tudo isso que foi dito sobre o Pastor seja verdadeiro, se ele não for "meu Senhor, Ele nunca será meu Pastor", então estarei sempre sentindo falta de algo. Um coração vazio de Deus busca saciar suas necessidades em outros pastos (mundanismo, badalações, drogas, sexo), mas não pode encontrar "pastos verdejantes", "águas de descanso", e um "cálice (vida) transbordante". Por isso é que ele não é chamado um pastor, nem o pastor, mas antes "meu Pastor". É lamentável que haja tantos "cristãos" que conhecem o salmista Davi, outro tanto, podem recitar todo o salmo, mas poucos são os que conhecem o Senhor como Pastor pessoalmente. ·Davi expõe a metáfora bíblica do Pastor com relação ao Deus de Israel, Yahweh, por que esta figura é mais preferível a qualquer outra. A freqüente utilização da palavra "pastor" é indicada nas Escrituras para indicar um supervisor espiritual (Sl 23:1, 80:1; Ec 12:11; Isaías 40:4; 63:14; Jer 31:10; Ez 34 : 23; 37:24; Jo 21:15-17; Ef 4:11; 1 Pe 5:1-4). "Ovelhas sem um pastor" tipificam indivíduos ou nações que não tinham o amparo de Deus por causa de suas apostasias ou abominações pecaminosas (Nm 27:17; 1 Rs 22:17, 2 Cro 18:16; Ez 34:5,8; Zc 10:2; Mt 9:36; Mc 6:34). Jesus é o Bom Pastor (Jo 10:14); Supremo Pastor (1 Pe 5:4); o Grande Pastor (Hebreus 13:20). ·O Deus de Israel é o Pastor de Seu povo (Sl. 23; Is. 40:11; 49:9,10; Jer. 23:3,4; Ez. 34:11,12,23). Alusões sobre a providencia de Deus como Pastor de Israel aparando contra o calor e ao frio (Gen. 31:40), a necessidade da Sua presença nos ataques das bestas (1 Sm. 17:34 ; Is. 31:4; Am 3:12), frustrando os ladrões (Gen. 31:39). Davi era um pastor que se vestia com humildes trajes (Jer. 43:12); tinha uma alimentação simples (1 Sm. 17:40); possui habilidade com o estilingue para afastava os inimigos e orientar o rebanho; o pastor, quando longe de casa, tinham a sua luz tenda (Canção 1:8), facilmente desmanchado e deslocados (Isa. 38:12). Torres foram erguidas por vezes para espionar um adversário afar off, e para guardarem o rebanho (2 Chr. 26:10; 27:4, comparar "torre de EDAR," Gen. 35:21; Miquéias 4:8). O Pastorado era uma profissão perigosa. Predadores, sob a forma de animais selvagens ou ladrões, eram abundantes e rotineiros no dia a dia da vocação pastoral. Contra estes predadores um pastor tinha de ser constantemente vigilante (Gn 31:39; Amós 3:12; Isaías 11:6; Jer 5:6; João 10:12). Confrontados com uma dessas ameaças contra o rebanho, os "pastores" contratados (que não são pastores mais mercenários) sempre optavam por guardar as suas próprias peles, antes que arriscar-se em defesa das ovelhas (João 10:11-13). Jesus, disse: "eles fogem porque não são pastores! O bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas". Ou seja, o pastor de Deus sabe que está designado ao auto-sacrifício, não podendo haver dúvidas quanto aos perigos, sofrimentos e adversidades da vocação. "John Bunyan nos diz: "As aflições são governadas por Deus, tanto na duração quanto no número, na natureza e na medida. Nosso tempo, e as nossas condições no tempo que temos estão nas mãos de Deus, sim, do mesmo modo que nossas almas e corpos, para serem mantidos e preservados do mal enquanto o cajado de Deus está sobre nós." Certa vez ouvir um sábio pastor dizer: O bom pastoreio inclui os pés calejados do pastor, sua habilidade de usar tanto o cajado quanto a vara (a capacidade de discernir juntamente com a habilidade de comunicar orientações vitais para desafiar, repreender e chamar pessoas ao arrependimento) e a coragem de enfrentar os predadores do rebanho; tais qualidades são sine qua non ao bom ministro de Deus. Acima de tudo, o bom pastoreio é um trabalho que vem do coração de Cristo para o coração do pastor, e depende muito do relacionamento íntimo que existe entre Cristo e seu pastor, bem como do pastor com o rebanho que ouvem a voz dele e o seguem. "As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem" (Jo 10.27). O pastor fiel adestrará as ovelhas a discernirem e concentrarem-se na voz de Jesus, e não usará do cajado como instrumento de auto-realização ministerial. As principais funções de um pastor fiel a Deus e as ovelhas são orientar, dar comida e água, proteger e trazer de volta ao aprisco, bem com reunir as ovelhas que estavam perdidas, resgatando-as e proporcionando-lhes balsamo, segurança, e amor. Je­sus ao dizer: "Eu sou o Bom Pastor; o Bom Pastor dá sua vida pelas ove­lhas" (Jo 10:11), liga imediatamente a mente de seus ouvintes ao Grande Pastor de Israel (SI 23; Is 40:11; Ez 34:11-16,23; 37:24). Como o Bom Pastor, ele morreu pelos pecadores da terra que, como ovelhas, tinham se desviado (Jo 10:10, 15).Como o Grande Pastor, ele res­suscitou, e subiu ao alto, para inter­ceder por suas ovelhas (Hb 13:20).Como o Supremo Pastor, ele vol­tará para recompensar os seus sub-pastores que foram fiéis em seu cuidado com o rebanho (lPe 2:25). Ellicott, disse: "Ele é o pastor idealmente bom, que preenche toda idéia de governo, sustento, auto-sacrifício que já se reuniu em torno do nome do pastor. Nenhu¬ma imagem de Cristo impressionou tão profundamente a mente da Igreja como essa [...] O cajado pastoral é o emblema adequado do trabalho do bispo, e o pastor é o nome pelo qual o submisso rebanho na beira da estrada pensa sobre ele que, em nome de Cristo, é apontado para seu guia" (Ef 4:11).[Commentary on the whole Bible. Zondervan, Grand Rapids, 1951]. Que o Senhor nos dê Sua autoridade, poder e graça por meio de Cristo, na unção do Espírito Santo a fim de vencermos os colossais desafios do ministério pastoral. A igreja visível sobre a face da terra pode consistir de muitos apriscos congregacionais, mas todos estão debaixo de um só Cajado. Jesus Cristo formou um só rebanho. A unidade viva, com o Bom e Grande Pastor, faz de suas ovelhas um único, vasto e multiforme rebanho. Se formos suas ovelhas, no aguardo das pastagens eternas, de verdes campos imarcescíveis, de águas de tranqüilo repouso no aprisco celestial, deveremos cultivar e agradecer a consolação do Cajado e da Vara do Pastor sobre nós e nossa igreja. ·Agostinho, disse: "Tua vara e o teu cajado me consolam". Tua disciplina, como uma vara para o rebanho de ovelhas, e como um cajado para crianças de certo tamanho, e fazendo-me crescer do natural para a vida espiritual, não tem me entristecido; antes tem ela me confortado: porque Tu Se lembras de mim.

Fonte:

http://www.webartigos.com/artigos/a-tua-vara-e-o-teu-cajado-me-consolam/19107/

sexta-feira, 12 de julho de 2013

OS FARAÓS E A MUMIFICAÇÃO

 O processo de mumificação  


 Todo o processo levou 70 dias para ser concluído. Vários embalsamadores realizaram a tarefa na loja especial de embalsamamento ou por Nefer. O principal embalsamador era conhecido como o Sheshta Hery. Ele usava uma máscara de chacal para representar Anubis, o deus da mumificação. Depois que o corpo havia sido raspado e lavado com vinho e especiarias, todas as partes que podem decair foram removidos. Os embalsamadores primeiro removeu o cérebro através do nariz usando um gancho longo.   


O gancho longo foi usado para agitar o cérebro, até que foi liquefeito. Em seguida, os embalsamadores se transformaria a face do corpo para baixo para permitir que o cérebro escorrer para fora das narinas. Os egípcios eram tão áspero sobre o cérebro, porque eles não perceberam a sua importância. Eles pensaram que seu único propósito era produzir ranho!


Em seguida eles iriam retirar as partes do corpo, macio e úmido que causam a cárie. A incisão profunda foi feita no lado esquerdo do abdome para remover os órgãos internos: os pulmões, o estômago, o fígado e os intestinos. Em alguns casos, eles removeram o coração, mas em outros eles deixaram dele, porque ele era considerado a sede da alma que testemunhou em nome do falecido durante o julgamento diante dos deuses. O corpo foi recheado com pacotes de forte sal secagem chamado Natrão. (OBS. Natrão: é um mineral composto por carbonato de sódio hidratado, com fórmula química Na2CO3·10H2O. O natrão era uma das substâncias utilizadas pelos antigos egípcios nos processos de mumificação; na verdade o natrão era composto por carbonato de sódio, bicarbonato de sódio, sal e sulfato de sódio - no qual as múmias ficavam imersas por durante 70 dias; a substância natural era encontrada em várias regiões do país, especialmente no uádi el-Natrum. Seu uso, neste fim, destinava-se à desidratação das células e combate às bactérias).



Em seguida, foi completamente coberto com natrão e colocado em um sofá inclinado de modo que todos os líquidos que escorria como o corpo estava secando poderiam ser recolhidos e enterrados junto com ele. Enquanto o corpo se a secagem, os órgãos internos também foram secos e conservados com Natrão. Eles foram, então, envolto em faixas de linho e colocados em recipientes separados chamados Canopic ou frascos.




Os egípcios acreditavam que todas as partes do corpo seria magicamente se reuniu em vida após a morte e o corpo iria se tornar inteiro de novo, assim como o deus Osíris. De acordo com a mitologia egípcia, o deus Osíris foi assassinado por seu invejoso irmão Set e cortado em pedaços.




A deusa Isis remontado as peças e Osíris foi magicamente restaurado, e se tornou o deus da vida após a morte. As rolhas do Canopic frascos foram moldadas como as cabeças dos quatro filhos do deus Hórus. Cada filho protegido o órgão colocado dentro de seu respectivo recipiente. Duamutef, que tinha a cabeça de um chacal, guardava o frasco que continha o estômago. Qebehsenuf, que tinha a cabeça de um falcão, vigiava os intestinos. Hapi, o filho babuíno com cabeça de Horus, protegia os pulmões, enquanto que com cabeça humana Imseti estava encarregado de proteger o fígado.




Vísceras frascos eram geralmente armazenados em uma caixa que mais tarde foi colocado no túmulo com a múmia. Após 40 dias, o corpo foi completamente seco. A pele ficou encolhido, enrugado e de couro. Os feixes de Natrão foram removidos da cavidade corporal. A múmia foi limpa mais uma vez e esfregou com óleos sagrados para amaciar a pele. Cabeça e do corpo da múmia foram embalados com ervas, serragem, e de linho embebido em óleo perfumado para que eles pudessem recuperar a forma que eles tinham em vida. Pedras ou cebolas pequenas foram colocados sob as pálpebras para restaurar uma aparência realista.


Uma vez feito isso, a múmia poderia ser coberto com colares, anéis e pulseiras feitas de ouro e pedras preciosas. Em um mito egípcio, o deus Horus teve seu olho milagrosamente restaurado após perdê-la em uma batalha com o deus Set mal. O olho de Horus, chamado de wedjat, está associada com a cura e proteção. A cera ou placa de bronze com um wedjat esculpida em que foi colocado sobre a incisão embalsamamento para curar magicamente o corte na vida após a morte. O corpo foi então coberto em mortalhas e amarrados com tiras de linho até a múmia voltou ao seu tamanho original. Este foi um trabalho complicado e pode demorar até uma semana. Pequenos amuletos mágicos foram inseridos entre as camadas dos curativos para proteger ainda mais o espírito da múmia em seu caminho para a vida após a morte.


À medida que cada camada foi adicionado, foi revestido com resina para segurar os invólucros juntos com um selo impermeável. Após o embrulho foi concluída, a cabeça da múmia estava coberto com uma máscara de retrato, só para ter certeza de que o espírito iria reconhecê-lo. O mascarado múmia foi então colocado em uma série de caixões de madeira dourada e colocados em um sarcófago. No dia do funeral, a múmia foi levado ao túmulo, onde os sacerdotes realizaram a Abertura do Ritual Mouth - tocar os olhos, nariz e boca do caixão com um instrumento sagrado.
  


Este ritual reativado esses sentidos para a vida após a morte. Antes que o túmulo foi selado, membros da família depositados alimentos, roupas, móveis e pratos, que os egípcios acreditavam que o falecido seria necessário para a eternidade. Cenas de oferta de portadores e da vida cotidiana foram pintados nas paredes da tumba, o que proporcionou um ambiente de conforto e familiar para o falecido, em vida após a morte. Depois que os túmulos foram fechadas, algumas famílias ricas contratado sacerdotes para oferecer o alimento para a alma do falecido periodicamente. Os membros da família visitaram o local durante as férias especiais para conduzir cerimônias para o falecido.

Fonte: